Dr. Bruno Lins  ·  Instituto Bruno Lins Brand Book · versão final
Identidade · conteúdo · sistema clínico Agosto 2026
Retrato do Dr. Bruno Lins
Símbolo Dr. Bruno Lins Símbolo Instituto Bruno Lins
Sistema completo de marca
Brand
Book
Dr. Bruno Lins
CRM RN 11029 | GO 36894
Instituto Bruno Lins
Natal · RN

Este Brand Book apresenta o sistema completo das marcas Dr. Bruno Lins e Instituto Bruno Lins. Reúne posicionamento, identidade visual, linguagem editorial, informação clínica e critérios de aplicação.

01
Fundamentos
02
Identidade visual
03
Sistema editorial
04
Informação clínica
05
Validação operacional
06
Aplicação e continuidade
01 · Fundamentos

Duas marcas. Uma direção.

A marca pessoal e a marca institucional compartilham critérios, linguagem e origem. Cada uma mantém função, presença e reconhecimento próprios.

Símbolo Dr. Bruno Lins
Marca pessoal
Autoridade médica, estética natural, planejamento e presença humana.
Símbolo Instituto Bruno Lins
Marca institucional
Experiência, método, ambiente e continuidade para além do fundador.
01
Herança

Critérios de preservação e evolução

Preservar
A origem B + L como raiz das duas marcas.
O degradê dourado #A8742B → #E1CFAD como memória cromática da marca pessoal.
O azul como território histórico, agora exclusivo da clínica.
O off-white quente / marfim como papel comum.
A tese “precisão que respeita sua forma”.
A lógica editorial de explicar antes de nomear.
O retrato do médico como ativo de reconhecimento.
Evoluir
O desenho do monograma: de combinação de letras para construção de símbolo.
O azul: de clínico digital para mineral profundo.
A tipografia: de sans geométrico arredondado para par serifa editorial + sans neutra.
O dourado: de cor plana e degradê ornamental para metal como detalhe estrutural.
A hierarquia: de variação livre para grid único com poucos tamanhos.
Abandonar
O azul clínico #087BE8 e o degradê azul.
A geometria de pílula / cantos totalmente arredondados como DNA de forma.
O sans geométrico arredondado no logotipo.
O descritor “Estética Avançada & Saúde Integrada” na assinatura principal.
O dourado usado como sinal explícito de “premium”.
A composição livre: cada peça hoje reinventa margem, escala e contraste.
02
Arquitetura de marcas

Arquitetura das duas marcas

O modelo não é endosso (“Instituto Bruno Lins by Dr. Bruno Lins”) nem independência total. É parentesco genético com autonomia funcional: as duas marcas compartilham a origem, a malha construtiva e a voz tipográfica; divergem em cor, operação de forma, densidade e protagonista visual. A frase-teste continua sendo a do briefing: “são marcas da mesma família, mas não são a mesma marca”.

A divisão mais útil não é “pessoa × empresa”. É julgamento × estrutura. O Dr. Bruno carrega tudo o que exige uma opinião assinada: diagnóstico, critério, indicação, recusa, raciocínio clínico, limite. O Instituto carrega tudo o que exige uma instituição por trás: ambiente, equipe, tecnologia, protocolo, jornada, segurança, previsibilidade. É essa divisão que o público aprende a reconhecer, e é ela que impede uma marca de canibalizar a outra.

Eixo Dr. Bruno Lins Instituto Bruno Lins
Função Assinatura da autoridade. Responde “em quem eu confio”. Assinatura da estrutura. Responde “onde eu vou ser cuidada”.
Voz Primeira pessoa. “Eu avalio”, “eu não indico”. Terceira pessoa institucional. “O Instituto avalia”, “a jornada prevê”.
Assina Opinião, diagnóstico diferencial, contraindicação, caso comentado, critério de escolha, credenciais. Ambiente, equipe, tecnologia, protocolo, jornada do paciente, segurança, localização, comercial.
Depende do rosto? Sim. A fotografia do médico é elemento de reconhecimento. Não. Uma peça precisa ser reconhecível sem o Dr. Bruno aparecer.
Convivência durante a transição Marca-mãe visível. Constrói audiência e confiança. Comunicação institucional: obra, equipe, projeto e preparação para a abertura.
Coexistência em peça Nunca dois símbolos com o mesmo peso. Regra: um símbolo dominante + uma assinatura de apoio em corpo reduzido no rodapé. Em toda peça de caráter clínico, nome completo + CRM RN 11029 | GO 36894, independentemente da marca que assina (CFM 2.336/2023).
A ponte, o que as duas compartilham
1. A origem B + L.
2. A mesma malha construtiva e as mesmas proporções-base do símbolo.
3. A mesma serifada de display como voz da família.
4. A mesma disciplina de respiro e de tracking em caixa-alta.
5. O mesmo off-white quente como papel.
6. A mesma gramática de filete fino como divisor e organizador.
A fronteira, o que jamais pode coincidir
1. A cor dominante.
2. A operação de forma do símbolo (continuidade × módulo).
3. A sans de apoio.
4. A lógica de pattern.
5. O tratamento fotográfico.
6. O papel do rosto do médico.
7. O sistema de ícones e de capas de destaque.
03
Territórios visuais

Territórios visuais

Dr. Bruno Lins
Assinatura de autor
Preto, grafite, papel e um metal.
Alto contraste, muito silêncio, pouca informação por peça.
Fotografia com luz direcional e fundo escuro; preto e branco permitido.
Tipografia grande, editorial, com espaço para respirar.
O dourado nunca preenche: ele marca, sublinha, numera.

Sensação-alvo: a página de abertura de uma monografia, não a vitrine de uma clínica.
Instituto Bruno Lins
Arquitetura clínica
Azul mineral, areia, taupe e um bronze fosco.
Contraste médio, ordem visível, informação organizada em camadas.
Fotografia de luz natural: superfícies, planos, materiais, equipe, gesto técnico.
Tipografia modular, com mais níveis hierárquicos e rótulos funcionais.
O módulo do símbolo é o que se repete, na parede, no vidro, no envelope, no post.

Sensação-alvo: um edifício médico bem projetado, não um escritório de arquitetura, nem um spa.
04
Endolaser e Glúteo Contour

Demandas de comunicação dos procedimentos

Endolaser: raciocínio clínico visível
As três personas travam em pontos diferentes, mas todas destravam pela mesma coisa: ver o médico pensar. Isso vira exigência de componente, não de estilo.

1. Sistema de camadas. Separar gordura, pele e estrutura exige três valores tonais distinguíveis em tela pequena, e não pode depender de vermelho/rosa anatômico, o código de ilustração médica destruiria a sofisticação. Proposta: três tons da própria paleta, diferenciados também por textura de traço.
2. Medidor de indicação. Escala com três estados declarados (entra · entra combinado · não entra). Componente proprietário, não um slider genérico.
3. Linha do tempo de recuperação. Eixo horizontal com marcos e variações, tipografia tabular, sem promessa implícita de linearidade.
4. Selo de recusa. “Existem casos em que eu não indico” é o ativo de maior conversão do conjunto (Grupo D das objeções). Precisa de um selo próprio, sóbrio, não pode parecer aviso legal nem alerta de erro.
5. Bloco de assinatura médica. Nome completo, os dois CRMs e registro do equipamento consultável exigem um componente desenhado, com hierarquia própria. A persona 3 procura exatamente por ele.
6. Divisão entre marcas. Diagnóstico, critério e recusa são do Dr. Bruno. Equipamento, estrutura, protocolo e retaguarda são do Instituto.
Glúteo Contour: abordagem clínica e respeito à imagem
A oferta é tratamento de celulite, retração e irregularidade, sem promessa de aumento de glúteo. Isso muda a hierarquia visual antes de mudar o texto.

1. A entrada é textura, não silhueta. O sistema precisa de um recurso de macro e de máscara/recorte que permita falar de pele sem enquadrar o corpo. Se a primeira leitura for uma silhueta, a promessa vira volume.
2. Proibições fotográficas. Luz rasante que dramatiza a celulite; contraste alto sobre pele; silhueta de glúteo como grafismo; recorte que sexualiza; qualquer humor sobre o corpo.
3. Antes e depois é componente, não peça. Mesma distância, mesma luz, paciente em pé, intervalo declarado, frase de resultado individual. Sem esse padrão fixo, o antes e depois compara iluminação e alimenta a desconfiança comercial que o próprio dossiê identifica.
4. Previsibilidade acima de impacto. A persona 3, de 45 a 54 anos, decide por saber o que vai acontecer na consulta. O formato passo a passo da consulta usa numeração serifada, ritmo calmo e linguagem direta.
5. Registro cromático. O off-white quente e o azul mineral do Instituto conduzem conteúdos de jornada e serviço. A opinião médica e os critérios permanecem no perfil do Dr. Bruno.
Consequência comum. Como o gargalo é confiança e não atenção, os formatos que o sistema precisa resolver primeiro não são os mais bonitos: destaque “Comece aqui”, tour sóbrio da sala e da jornada, apresentação nominal da equipe, política de privacidade da avaliação em linguagem simples, checklist de verificação que o próprio médico aplica em si mesmo, e critérios de indicação e recusa. O design existe para tornar esses seis ativos desejáveis de ler.
05
Riscos

Riscos de confusão entre as identidades

# Risco Mitigação já prevista
01“Mesma marca em duas cores.” O cenário que o briefing mais rejeita, dois símbolos irmãos demais.Operações formais declaradamente diferentes (continuidade × módulo), sans de apoio distintas, lógicas de pattern distintas, densidades distintas.
02Instituto virar “a referência em azul”. Leonardo Magalhães já é azul + dourado sobre taupe; Jorge Del é azul + bronze. Azul + metal é o lugar mais previsível possível.Areia e taupe como secundárias reais; bronze limitado a 3%; símbolo ortogonal e modular, não caligráfico; tipografia com mais níveis funcionais.
03Dr. Bruno virar clínica de estética premium genérica. Acontece assim que o dourado passa de detalhe a área.Teto de 5% de metal por peça, com lista fechada de aplicações permitidas. Auditoria visual do feed a cada 20 publicações.
04Instituto parecer escritório de arquitetura, hotel ou spa. Risco direto de importar a referência sem tradução.Presença obrigatória de códigos clínicos na comunicação institucional: dados, camadas, critérios, escalas, jornada, assinatura médica.
05Troca de função entre as marcas. Se o Instituto publicar opinião do médico e o Dr. Bruno publicar tour da clínica, o público nunca aprende a distinção.Matriz “quem assina o quê” (seção 3) tratada como regra de marca, não como sugestão editorial.
06Custo operacional dobrado. Dois sistemas completos podem quebrar a cadência de Reels 3× e carrossel 2× por semana.Anatomia compartilhada nos componentes, com mudança de pele e hierarquia conforme a marca.
07Risco regulatório de arquitetura. Pessoa jurídica não pode absorver discurso clínico em primeira pessoa sem médico responsável identificado.O bloco de assinatura médica (nome completo + dois CRMs) é componente obrigatório também do sistema do Instituto, não só do Dr. Bruno.
08Falha de aplicação física. Um símbolo de contraste modulado e traço fino não sobrevive em metal, fachada e bordado.Reforça a divisão: a fachada, a sinalização e o uniforme são território do Instituto. O símbolo pessoal é otimizado para papel, tela e detalhe.
02 · Identidade visual

Sistema de identidade visual

Símbolos, cores, tipografias, assinaturas e grafismos passam a funcionar como um sistema. A relação entre as marcas é percebida sem apagar suas diferenças.

Símbolo Dr. Bruno Lins em dourado
Símbolo Instituto Bruno Lins em azul
Entrega desta etapa
Arquivos vetoriais

Vetores oficiais

Você não precisa mais procurar os vetores: eu refiz os dois a partir dos PNG aprovados. Nenhuma proporção, espessura ou raio foi alterado, só o formato. Oito arquivos, prontos para impresso, corte, bordado e usinagem.

Vetor Dr. Bruno Lins
Dr. Bruno Lins · reconstrução geométrica
Como o desenho é monolinha, foi reconstruído por geometria em vez de traçado: espessura constante de 38 unidades, arcos que são semicírculos exatos de raio 90 e 184, e eixo central de largura igual à da linha. Proporção final 1,506 : 1. Em qualquer escala o traço permanece uniforme, o que o PNG não garantia.
Vetor Instituto Bruno Lins
Instituto Bruno Lins · contorno traçado
Aqui há serifa, ápice e variação de espessura, então o contorno foi traçado do arquivo original e ajustado em curvas de Bézier, com os cantos das serifas detectados e mantidos vivos. 317 pontos, desvio menor que 1/1000 da largura. Proporção final 1,237 : 1.
As oito versões
Arquivo Onde usar
DrBrunoLins-simbolo-ouro-degradeAplicação padrão, tela e impresso em 4 cores
DrBrunoLins-simbolo-1cor-ouroRedução, hot stamping, bordado, verniz localizado
DrBrunoLins-simbolo-1cor-pretoUma cor, carimbo, recorte, documento
DrBrunoLins-simbolo-1cor-brancoNegativo sobre preto ou foto
InstitutoBrunoLins-simbolo-azul-degradeAplicação padrão sobre claro
InstitutoBrunoLins-simbolo-areia-degradeSobre azul e fundos escuros
InstitutoBrunoLins-simbolo-1cor-azulUma cor, recorte, usinagem, bordado
InstitutoBrunoLins-simbolo-1cor-brancoNegativo
Para .ai: abrir o .svg no Illustrator e salvar como .ai, nada mais precisa ser feito. Antes de mandar para recorte, router ou bordado, selecionar tudo e aplicar Pathfinder › Unir, para sair um único contorno fechado. Nas versões de degradê o efeito é vetorial, não imagem: escala sem banda e sem perda.
Entrega desta etapa
Tipografia definida

Sistema tipográfico

Estas são as famílias do sistema, escolhidas, não representadas. Cada uma foi escolhida por um argumento de construção, não por gosto: a letra de display de cada marca é feita do mesmo jeito que o símbolo dela. As três são Google Fonts sob licença aberta, então não há custo, restrição comercial nem risco de licenciamento em fachada, bordado ou impresso.

BRUNO LINS
Estética com naturalidade e técnica ⚜️
Planejamento facial e corporal para pessoas reais
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz 0123456789
Jost
Display · Dr. Bruno Lins · 200 / 300
O símbolo do Dr. Bruno é uma linha de espessura constante feita de círculos e retas. Jost é construída do mesmo modo, um círculo e uma haste, sem modulação, herança da Futura. É a única razão pela qual ela assina essa marca: quando o nome fica ao lado do símbolo, os dois foram desenhados com a mesma régua.
Instituto
Bruno Lins
a avaliação é parte do resultado
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz 0123456789
Bodoni Moda
Display · Instituto · 400 / 500 / itálico
O símbolo do Instituto tem haste cheia e serifa fina: alto contraste. Bodoni Moda trabalha exatamente essa diferença entre grosso e fino, e é uma didone com tamanhos ópticos, o que significa que ela não perde a serifa em corpo pequeno nem engorda em corpo grande. É o que faz a assinatura institucional parecer desenhada junto com o símbolo.
Archivo
Camada funcional · as duas marcas · 400 / 500 / 600
Texto corrido, legenda, dado, rótulo de categoria e assinatura médica. Grotesca de rótulo, altura-x alta, desenhada para se manter legível entre 7 e 11 px, que é onde a maior parte do sistema realmente vive.
400 texto500 legenda600 rótulo
É a única família que as duas marcas dividem. Todo texto funcional, horário, orientação de pós-procedimento, critério de indicação, dado, é idêntico nas duas. É aí que o parentesco fica objetivo, sem que os símbolos precisem se parecer.
Entrega desta etapa
Escala e travas

Escala tipográfica

Papel Família · peso Corpo Tracking Entrelinha
Nome · Dr. BrunoJost 20022 a 40 px+0,18 a 0,22 em1,2
Descritor · Dr. BrunoJost 3006 a 9 px+0,30 a 0,44 em1,0
Nome · InstitutoBodoni Moda 40022 a 40 px+0,02 a 0,05 em1,2
Título editorialBodoni Moda 40017 a 30 px−0,01 em1,15
CitaçãoBodoni Moda 400 itálico15 a 19 px01,3
Numeral de destaqueBodoni Moda 40040 a 56 px00,9
Rótulo de categoriaArchivo 600 · caixa alta7,5 a 9 px+0,16 a 0,30 em1,0
Texto corridoArchivo 40011 a 15 px01,6
Legenda e dadoArchivo 5008 a 10 px+0,02 em1,55
Assinatura médicaArchivo 500 · caixa alta6 a 8 px+0,24 em1,4
Cinco travas
Duas famílias por peça, nunca três.
Jost nunca entra em peça do Instituto; Bodoni Moda nunca assina o Dr. Bruno.
Archivo nunca em título, ela é a camada de baixo.
O nome da marca nunca em peso médio ou bold.
Caixa alta sempre com tracking positivo; caixa baixa nunca acima de +0,05 em.
Como o nome assina, regra de conformidade
Dr. Bruno Lins
CRM RN 11029 | GO 36894
Estética com naturalidade e técnica ⚜️
Planejamento facial e corporal para pessoas reais

Esta é a assinatura-base aprovada para peças clínicas e digitais. RQE, pós-graduação e vínculo com sociedade entram somente depois de comprovação documental, conforme a Resolução CFM 2.336/2023.
O que os dois símbolos já compartilham

Relação formal entre os símbolos

Os dois foram escolhidos separadamente e chegaram na mesma ideia: um B espelhado e um B normal partilhando um eixo vertical. Isso resolve o parentesco antes de qualquer sistema. O que separa as marcas é o tipo de letra e a postura, e é só isso que precisa ser mantido separado.

Dr. Bruno Lins
MONOLINHA · DESLOCADO
Instituto Bruno Lins
SERIFADO · ESPELHADO
Em comum
B espelhado sobre eixo único, e o degradê metálico como assinatura cromática.
Dr. Bruno
Traço de espessura única, sem serifa, os dois B deslocados na diagonal. Contraforma aberta, leitura de gesto.
Instituto
Serifa de alto contraste, simetria axial e base assentada. Massa fechada, leitura de permanência.
Parte I · Dr. Bruno Lins
01 · Regras de uso

Regras de aplicação do símbolo

O símbolo não muda; o que muda é o que colocamos ao redor dele. As regras abaixo protegem o desenho sem alterá-lo: fundo, respiro, tamanho mínimo e trava com o nome.

Fundos aprovados
sobre preto
sobre grafite
sobre off-white
sobre grafite claro
Preto é o fundo preferencial, é onde o degradê tem mais alcance. Off-white é permitido; cinza médio é o limite. Nunca sobre foto sem uma chapada de preto por baixo.
Área de respiro e tamanho mínimo
área de respiro
RESPIRO = 1/3 DA ALTURA DO SÍMBOLO, NOS QUATRO LADOS
88px88 px
52px52 px
32px32 px · mínimo
20px20 px · não usar
Mínimo de 32 px de largura em tela e 12 mm em impresso. Abaixo disso as contraformas fecham, a saída não é redesenhar, é usar o nome sozinho.
Travas com o nome
trava horizontal
BRUNO LINS
ESTÉTICA COM NATURALIDADE E TÉCNICA ⚜️
trava centralizada
BRUNO LINS
ESTÉTICA COM NATURALIDADE E TÉCNICA ⚜️
símbolo isolado
SÍMBOLO ISOLADO
Horizontal. Assinatura padrão. Papelaria, rodapé, e-mail.
Centralizada. Capa, embalagem, peça de abertura.
Isolado. Avatar, selo de canto, aplicação em material.
Parte I · Dr. Bruno Lins
02 · Cor

Paleta cromática da marca pessoal

A paleta aprovada é mantida integralmente. O degradê do símbolo reproduz a referência original: horizontal, do ouro castanho ao champanhe claro, sem filtros ou recoloração na página.

Preto Tinta
#0B0B0C
Grafite
#23262A
Grafite Claro
#3C4046
Ouro Degradê
referência original · horizontal
Ouro Chapado
#C09A5F
Off-white
#F6F4F0
Onde o degradê entra
No símbolo, sempre. Fora dele, só em fio de 1 px e em um único destaque por peça. O ouro chapado atende todo o resto, texto de apoio, ícone, numeral.
Proporção de uso
Preto e grafite ≈ 80%. Off-white ≈ 15%. Ouro ≈ 5%. Passando disso, o preto deixa de ser território e a peça vira dourada.
Parte I · Dr. Bruno Lins
03 · Tipografia

Tipografia da marca pessoal

O símbolo é traço de espessura única, sem serifa, e Jost é construída do mesmo modo. A serifa fica reservada ao Instituto, e é isso que separa as duas marcas antes de qualquer cor.

BRUNO LINS
Estética com naturalidade e técnica ⚜️
Planejamento facial e corporal para pessoas reais
CRM RN 11029 | GO 36894
Display: Jost, pesos 200 a 300, caixa alta, tracking 0,18 a 0,44 em. O nome nunca em peso médio ou bold.
Camada de apoio, Archivo, compartilhada
Archivo para legendas, listas, dados e texto funcional. É a única família que as duas marcas dividem, e é aí que o parentesco fica objetivo sem que os símbolos se pareçam.
400 regular500 médio600 semibold
Hierarquia: display só para nome, título e numeral. Apoio para todo o resto. Duas famílias por marca, no máximo.
Parte I · Dr. Bruno Lins
04 · Patterns e elementos auxiliares

Grafismos e símbolos secundários

Nenhum pattern usa o símbolo. Os três abaixo repetem elementos que o símbolo contém, a curva do bojo, o deslocamento entre os dois B e a espessura da linha, de modo que o sistema fale a mesma língua sem nunca fatiar a marca.

Arco
A curva do bojo em onda contínua. Fundos de peça, faixas, forro de embalagem.
Deslocamento
O degrau entre os dois B, repetido. Marca d'água de documento, fundo de slide, papelaria.
Malha Fio
A espessura da linha reduzida a 0,5 px. Textura quase invisível para áreas grandes e capas.
Símbolos secundários, mesma monolinha, mesma terminação reta
PROCEDIMENTO
CONSULTA
ETAPAS
TÉCNICA
PRECISÃO
SIMETRIA
Seis marcadores com a mesma espessura relativa e a mesma terminação reta do símbolo. Servem a categorias de conteúdo, etapas de jornada e sinalização de material, nunca aparecem ao lado do símbolo principal.
Parte II · Instituto Bruno Lins
01 · Regras de uso

Regras de aplicação do símbolo institucional

O desenho fica como está, com o degradê azul original. O que separa o uso institucional do pessoal não é a peça, é a exigência. Por ser marca de uma clínica, ela precisa sobreviver a redução extrema, uma cor só e documento de atendimento, três situações em que a marca pessoal quase nunca entra.

Fundos aprovados
sobre off-white
sobre areia
sobre azul
sobre azul profundo
Sobre claro, o símbolo mantém o degradê azul original. Sobre azul, entra a versão em areia, mesma silhueta, mesmo desenho, só a cor invertida para garantir contraste.
Área de respiro e tamanho mínimo
área de respiro
RESPIRO = 1/3 DA ALTURA DO SÍMBOLO, NOS QUATRO LADOS
76 px
48 px · mínimo
30 px · não usar
18 px
Mínimo de 48 px em tela e 16 mm em impresso, mais alto que o da marca pessoal, porque a serifa tem traços finos. Abaixo disso, usar o nome sozinho.
Travas com o nome
Instituto
Bruno Lins
NATURAL AESTHETIC EXPERIENCE
PLANEJAMENTO FACIAL E CORPORAL PARA PESSOAS REAIS
Instituto
Bruno Lins
NATURAL AESTHETIC EXPERIENCE
PLANEJAMENTO FACIAL E CORPORAL
PARA PESSOAS REAIS
Instituto
Bruno Lins
Vertical. Aplicação principal. Capa, documento, avatar.
Horizontal. Rodapé, papelaria, receituário, e-mail.
Negativa. Toda peça em azul ou fundo escuro.
Parte II · Instituto Bruno Lins
02 · Cor

Paleta cromática institucional

Os dois azuis do degradê saem do próprio arquivo do símbolo, e o degradê permanece como assinatura cromática, o mesmo papel que o ouro tem na marca pessoal. Os neutros minerais são o que tira o hospital da paleta.

Azul Degradê
assinatura
Azul Instituto
#17324F
Azul Profundo
#0C1D31
Azul Médio
#2E5580
Taupe
#A2978A
Areia
#E7DFD1
Latão Fosco
#9C8B63
O degradê como elo
As duas marcas têm o símbolo em degradê, ouro em uma, azul na outra. Mesma lógica, mesma direção de 135°, mesmo papel: só no símbolo e em um destaque por peça.
O que evita o clínico
Saturação baixa e vizinhança quente. O azul aparece ao lado da areia e do taupe, nunca do branco puro. Latão fosco em fio e detalhe, sem degradê.
Instituto
Bruno Lins
GORDURA LOCALIZADA · FLACIDEZ
Display: Bodoni Moda, caixa alta e baixa, tracking quase neutro. Acompanha o alto contraste do próprio símbolo.
Camada de apoio, Archivo, a mesma do Dr. Bruno
Mesma família, mesmos pesos, mesmas regras de tracking. Quando o texto funcional aparece, horário, critério de indicação, orientação de pós-procedimento, ele é idêntico nas duas marcas.
Contraste de display: Bodoni Moda no Instituto, Jost no Dr. Bruno. Nunca trocar.
Parte II · Instituto Bruno Lins
03 · Patterns e elementos auxiliares

Grafismos e símbolos secundários

Três grafismos que repetem partes que o símbolo contém, o bojo externo, as duas hastes centrais e a serifa de base. Servem às áreas grandes e ao impresso, onde o pattern faz o trabalho que o símbolo não deve fazer sozinho.

Arcada
O bojo externo em sequência. Parede de recepção, faixa de seção, vitrine.
Eixo Espelhado
As duas hastes centrais em repetição. Textura discreta para impresso e papelaria.
Cornija
A serifa de base como friso. Cabeçalho e pé de documento, divisor de conteúdo.
Símbolos secundários, construção serifada, para documento e conteúdo
RECEPÇÃO
CONSULTÓRIO
AGENDAMENTO
RECEITUÁRIO
MÉTODO
PÓS-PROCEDIMENTO
Note a diferença de construção em relação aos do Dr. Bruno: aqui há variação de espessura e apoio serifado. Mesma lógica de sistema, gramática oposta.
Parte III · Relação entre as marcas

Relação entre as marcas

As duas peças abaixo usam a mesma grade, o mesmo ritmo e o mesmo acabamento. E não se confundem por um segundo.

PESSOAL
BRUNO LINS
Texto funcional na grotesca compartilhada, mesmo corpo, mesma entrelinha, mesmo tracking.
MONOLINHA · OURO · DESLOCADO
INSTITUCIONAL
Instituto
Bruno Lins
Texto funcional na grotesca compartilhada, mesmo corpo, mesma entrelinha, mesmo tracking.
SERIFADO · AZUL · ESPELHADO
Camada Dr. Bruno Lins Instituto Bruno Lins
Conceito do símboloCompartilhado, B espelhado sobre eixo único
Degradê no símboloCompartilhado, assinatura cromática nas duas, na mesma direção
Tipografia de apoioCompartilhado, mesma grotesca, mesmos pesos, mesmo tracking
Grade, respiro e fioCompartilhado, mesma grade, mesmo respiro de 1/3, mesmo fio divisor
Origem do patternCompartilhado, todo grafismo repete algo que o símbolo contém
Letra do símboloMonolinha, sem serifaSerifa de alto contraste
EixoDeslocado na diagonalSimétrico, espelhado
DisplayGeométrica, caixa altaSerifada, caixa alta e baixa
Território de corPreto e grafiteAzul e neutros minerais
Onde viveConteúdo, autoridade, presença digitalAtendimento, documento clínico, institucional
A regra que impede a confusão
Cor e letra não atravessam. O ouro nunca entra no Instituto; o azul nunca entra no Dr. Bruno. A serifa de display nunca assina a marca pessoal, e a geométrica nunca assina a institucional. O que atravessa é sempre estrutural, conceito, degradê, apoio, grade, fio, derivação, e nada disso é visível como estilo.
03 · Sistema editorial

Sistema editorial e aplicações

Os formatos aprovados na etapa 3 são preservados integralmente. As capas A a F, os carrosséis, os Stories, os anúncios e os destaques formam o repertório oficial das duas marcas.

A
Tema clínico
B
Opinião
C
Procedimento
D
Lista e critério
E
Pausa clara
F
Série
Parte I · Dr. Bruno Lins
01 · Direção fotográfica

Direção fotográfica da marca pessoal

As referências da marca pessoal usam a presença do médico como eixo, mas alternam close, meio corpo, corpo inteiro, bastidor e espaço negativo. O banco atual sustenta essa lógica: a identidade vem da combinação entre fotografia forte, preto, grafite, tipografia clara e ouro, não de repetir sempre a mesma capa.

Retrato editorial do Dr. Bruno
01 · Autoridade
Retrato ou meio corpo com cor contida e contraste firme. Para explicações, procedimentos, anúncios e conteúdo de autoridade.
Close do Dr. Bruno para conteúdo de opinião
02 · Opinião
Close e preto e branco para posicionamento, opinião e resposta direta. É um acento de impacto, não o tratamento dominante do feed.
Dr. Bruno em ambiente de consulta
03 · Claro
Ambiente real para consulta, planejamento e bastidor. Mantém contexto e humanidade sem abandonar o controle cromático da marca.
Sempre
Alternar close, meio corpo e corpo inteiro ao longo da grade.
Escolher o recorte a partir da mensagem e do espaço negativo da foto.
Preservar pele, expressão e proporções reais.
Manter contraste, temperatura neutra e pretos consistentes.
Usar o médico ou o contexto clínico em pelo menos oito de cada dez capas.
Nunca
Ouro sobre a pele, nem glow, nem filtro quente, nem borda.
Pele suavizada ou traço alterado: naturalidade também vale para ele.
Recorte que esconda mãos, queixo ou articulações sem intenção.
Duas fotos concorrendo na mesma capa, salvo comparação clínica contextualizada.
Logo grande disputando atenção com o rosto.
Parte I · Dr. Bruno Lins
02 · Capas de Reels · 9:16

Capas de Reels

Esta é a lógica central das referências: Dr. Bruno em tela cheia, rosto ou corpo em escala grande, título sobreposto à fotografia, contraste imediato e ouro conduzindo a leitura. A assinatura fica estável no rodapé; recorte, escala, tarja, alinhamento e posição do título mudam de uma publicação para outra.

Close frontal do Dr. Bruno
ENDOLASER
Flacidez
ou gordura?
▶  ASSISTA AO REELS
DR. BRUNO LINS
CRM RN 11029 | GO 36894
A · Tema clínico
Rosto grande, título de duas leituras e tarja dourada atravessando a fotografia.
Dr. Bruno em retrato de autoridade
OPINIÃO MÉDICA
Indicação boa
também sabe dizer não
▶  ASSISTA AO REELS
DR. BRUNO LINS
CRM RN 11029 | GO 36894
B · Opinião
Frase central em escala alta; uma linha ganha fundo dourado para construir o gancho.
Retrato institucional atual do Dr. Bruno
GLÚTEO CONTOUR
O que o plano
observa primeiro?
▶  TOQUE NO VÍDEO
DR. BRUNO LINS
CRM RN 11029 | GO 36894
C · Procedimento
Corpo ou gesto inteiro, título sobre a figura e pergunta que abre a explicação.
Dr. Bruno em retrato institucional sentado
3
sinais de que seu caso pede planejamento
e não pressa
▶  ASSISTA AO REELS
DR. BRUNO LINS
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D · Lista e critério
Numeral como gancho, mas sempre apoiado pela presença do médico.
Retrato claro do Dr. Bruno
Muito além do procedimento
O plano também organiza expectativa, tempo e acompanhamento.
▶  ASSISTA AO REELS
DR. BRUNO LINS
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E · Pausa clara
A exceção luminosa preserva o retrato em baixa opacidade e amplia o respiro do feed.
Dr. Bruno em contexto de consulta
SÉRIE · EPISÓDIO 01
Recuperação
sem atalhos
7 dias · 15 dias · 1 mês
DR. BRUNO LINS
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F · Série
Episódio numerado, linguagem de player e continuidade reconhecível ao longo do mês.
O que se repete, e o que precisa variar
Repete: fotografia dominante, título grande, branco com dourado, contraste, chamada de vídeo e assinatura no rodapé. Protege: olhos, nariz, boca e o contorno principal do rosto permanecem sempre livres; texto pode avançar sobre roupa ou fundo. Varia: close ou corpo inteiro, título central ou lateral, tarja ou fio, fundo escuro ou claro, pergunta, lista, série, bastidor e caso clínico.
Parte I · Dr. Bruno Lins
03 · Feed e carrossel · 4:5

Publicações de feed

Mesmo no formato 4:5, o Dr. continua em escala grande e o título continua sendo uma peça visual, não uma legenda pequena. A grade de nove alterna close, retrato, corpo inteiro, contexto, caso clínico e pausa clara, sem abandonar fotografia, hierarquia forte e assinatura.

Retrato do Dr. Bruno
ENDOLASER
A indicação
começa antes
da tecnologia e do procedimento
DR. BRUNO LINS
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Close do Dr. Bruno
72
HORAS
o início da recuperação também faz parte do resultado
DR. BRUNO LINS
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Dr. Bruno em ambiente de consulta
O plano não começa no procedimento
Consulta, indicação, alternativa e limite fazem parte da mesma decisão.
DR. BRUNO LINS
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Tema clínico. Retrato e título dividem o primeiro plano.
Dado com rosto. O número não substitui a presença do Dr.
Pausa clara. A mesma escala editorial com outra luminosidade.
Carrossel, capa, miolo, fecho
Close do Dr. Bruno
ENDOLASER
O que a avaliação precisa separar
ARRASTE →
01
Qual componente predomina: gordura, flacidez ou ambos.
02
Qual região pode ser tratada, e qual pede outro plano.
03
O que o exame mostra sobre limite, segurança e expectativa real.
Indicação vem antes da técnica
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A capa mantém a força das referências: foto dominante e título grande. O miolo reduz a escala para explicar, alternando fundo escuro e claro; o fecho recupera a marca e a tese principal. A passagem da capa para o conteúdo é de impacto para clareza.
Parte I · Dr. Bruno Lins
04 · Stories, destaques e anúncio

Stories, destaques e anúncios

Stories · três funções combináveis
Dr. Bruno em close para pergunta
PERGUNTA
Endolaser:
flacidez ou gordura?
RESPOSTA NO PRÓXIMO
Dr. Bruno respondendo a uma dúvida
Depende do que o exame mostra, e às vezes a resposta é os dois.
DR. BRUNO LINS
Dr. Bruno em fundo claro
Avaliação em Natal
entenda o seu caso antes de escolher o procedimento
TOQUE PARA FALAR
Pergunta, resposta e ação podem formar uma sequência, mas também funcionam separadamente. A combinação acompanha o conteúdo do dia; o reconhecimento vem do contraste, da tipografia e do modo de usar a fotografia.
Destaques · seis capas
FAQ
Procedimentos
Critérios
Sobre
Facial
Corporal
Dúvidas
Nunca foto dentro do destaque. O símbolo aparece em uma capa só, a de “Sobre”.
Anúncio, a peça que precisa ser reconhecida em meio segundo
Retrato do Dr. Bruno para anúncio
AVALIAÇÃO EM NATAL
Antes de escolher o procedimento,
entenda o seu caso
DR. BRUNO LINS
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A coluna de texto ocupa o espaço negativo da foto. Ela pode estar à esquerda ou à direita, desde que a leitura seja imediata e o rosto permaneça livre.

Sem preço, sem urgência, sem promessa. A chamada oferece entendimento, não resultado, é o que o público de 35 a 54 responde e é o que a regra de publicidade médica exige.

O degradê dourado contínuo é o padrão da marca. A versão de uma cor fica reservada para tamanhos muito pequenos ou limitações reais de produção.

Nome completo e os dois CRMs ao pé. Em anúncio isso não é rodapé decorativo: é conformidade.
Parte II · Instituto Bruno Lins
05 · Sistema editorial

Conteúdo institucional

As referências do Instituto apontam para grade modular, imagens emolduradas, respiro, serifa e uma atmosfera arquitetônica. O perfil precisa comunicar cuidado, jornada, equipe e ambiente mesmo sem o Dr. Bruno; a fotografia dele é um recurso eventual, nunca a identidade inteira.

A CLÍNICA
Uma jornada pensada do primeiro contato ao retorno
NATAL
JORNADA DE CUIDADO
04
momentos da jornada: acolher, avaliar, tratar e acompanhar.
EXPERIÊNCIA
Ambiente, cuidado e precisão no mesmo percurso
INSTITUTO BRUNO LINS
Dr. Bruno em módulo institucional
EQUIPE E MÉTODO
Quem conduz cada etapa e como o cuidado se conecta
Abertura institucional. Moldura, pattern e assinatura.
Jornada e processo. Etapas, prazos e acompanhamento.
Experiência e arquitetura. Espaço, cuidado e atmosfera.
Equipe em moldura. Foto eventual dentro de um módulo institucional.
A regra que mantém as duas marcas separadas na mesma tela
Quando a foto do Dr. Bruno entra em peça do Instituto, ela aparece dentro de uma composição claramente institucional: moldura, grade, respiro, azul mineral e assinatura do Instituto. A imagem preserva pele e cor reais; não é necessário tingir todas as fotografias de azul para separar os perfis.
Destaques · Instituto Bruno Lins
A Clínica
Jornada
Equipe
Estrutura
Cuidados
FAQ
Dúvidas
No Instituto, os destaques funcionam como navegação institucional: apresentam a clínica, a jornada, a equipe, a estrutura e os cuidados sem depender da imagem do Dr. Bruno.
Parte III · As duas marcas
06 · Papelaria e documento

Papelaria e documentos

Nada aqui depende de endereço. O cartão leva contato digital; o receituário leva a assinatura médica completa; a orientação de pós-procedimento é a peça que a paciente leva para casa e relê, e é, na prática, o material impresso mais importante do sistema.

Cartão · Dr. Bruno Lins
BRUNO LINS
PLANEJAMENTO FACIAL E CORPORAL
NATAL · RN
@drbrunolins
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Preto fosco, símbolo em hot stamping ouro, verso com a malha em verniz. Sem endereço: apenas Natal · RN, perfil e registros.
Receituário · Instituto Bruno Lins
Instituto Bruno Lins
NATURAL AESTHETIC EXPERIENCE
PLANEJAMENTO FACIAL E CORPORAL PARA PESSOAS REAIS
DR. BRUNO LINS
CRM RN 11029 | GO 36894
Marca do Instituto no topo, assinatura médica do Dr. Bruno ao pé. A instituição recebe; o médico responde.
Orientação de pós-procedimento, a peça mais lida do sistema
As primeiras
72 horas
ORIENTAÇÃO PÓS-PROCEDIMENTO
01
O que é esperado, inchaço, sensibilidade, marca de compressão.
02
O que fazer todo dia, cinta, hidratação, movimento, sono.
03
O que é sinal de alerta, e o que fazer na hora em que aparecer.
04
Quando você volta, e o que cada retorno avalia.
DR. BRUNO LINS
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Capa em azul com o pattern do eixo, miolo em numeral serifado e texto em Archivo. Quatro blocos, sempre os mesmos quatro, esperado, rotina, alerta, retorno. É a peça que reduz mensagem de pânico no WhatsApp, e por isso ela é impressa, não digital.
Parte IV · Operação

Regras de produção

Um sistema só existe se sobrevive à pressa. Estas são as decisões que já estão tomadas, para que ninguém precise tomá-las de novo às onze da noite.

Peça Formato Símbolo Assinatura médica
Capa de Reels1080 × 1920Degradê contínuo · dentro do rodapéObrigatória em todas as capas
Post de feed1080 × 1350Degradê contínuo · dentro do rodapéSempre, ao pé
Carrossel1080 × 1350Só no card de fechoNo fecho
Story1080 × 1920Opcional · conforme função e leituraDispensada
Anúncio1080 × 1350Degradê contínuo · 44 pxObrigatória, nome completo
Peça do Instituto1080 × 1350Areia sobre azul · azul sobre claroSó em peça clínica
ReceituárioA5 · 148 × 210 mmDegradê azul · 16 mmObrigatória, ao pé
Orientação impressaA5 · 4 páginasAreia na capa · ausente no mioloObrigatória, última página
Seis travas de operação
A capa pessoal começa pela fotografia; o médico ou o contexto clínico ocupam o fundo inteiro.
O título é grande e pode atravessar roupa ou fundo, mas nunca olhos, nariz, boca ou o contorno principal do rosto.
Branco constrói a mensagem; o dourado destaca a palavra que segura o gancho.
Capas de Reels levam chamada de vídeo e assinatura estável no rodapé.
Close, corpo inteiro, tarja, linha, alinhamento e fundo claro precisam variar.
Nenhum azul na marca pessoal; nenhum ouro no Instituto.
Conformidade, vale para toda peça
Dr. Bruno Lins
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Estética com naturalidade e técnica ⚜️
Planejamento facial e corporal para pessoas reais
Decisões fechadas

Condições para o teste operacional

01
Fotografia: recriação controlada autorizada. As fotos reais do Dr. Bruno são a referência obrigatória de identidade. Quando uma aplicação pedir outro recorte, iluminação, roupa, fundo ou espaço negativo, a imagem pode ser recriada ou expandida, desde que o rosto, os traços, as proporções, a expressão reconhecível e a aparência real permaneçam fiéis. Nenhuma recriação pode alterar características físicas ou produzir outro rosto; em caso de dúvida, prevalece a fotografia original.
02
Localização provisória: Natal · RN. Até a obra terminar, toda aplicação que precisar situar o Instituto usa somente “Natal · RN”. Endereço, bairro, fachada, recepção, sinalização, medidas e peças de ambiente continuam fora do sistema operacional. Esses itens entram como bloco próprio quando houver planta, medidas e registros finais do espaço; nenhuma peça atual deve inventar arquitetura ou endereço.
04 · Informação clínica

Sistema de informação clínica

O sistema organiza anatomia, indicação, riscos, recuperação e documentação sem transformar informação médica em ornamento. Estrutura visual aprovada não substitui validação clínica.

Anatomia
01
Indicação
02
Recuperação
03
Risco
04
Documento
05
Fundamento
01 · Escala de dados e texturas

Escala de dados e texturas

Toda informação do sistema é construída com este vocabulário fechado. Cinco valores dão hierarquia; quatro texturas dão identidade de material. Nenhum dos dois depende de cor para funcionar, o que resolve fotocópia, uma cor e daltonismo de uma vez.

Valores · Dr. Bruno Lins
FUNDO
BASE
NEUTRO
SECUNDÁRIO
FOCO
Só o último valor é ouro, e ele marca uma coisa por diagrama: a camada tratada, o segmento dominante, o dia que importa. Se duas coisas estão em ouro, o diagrama não decidiu o que quer dizer.
Valores · Instituto Bruno Lins
FUNDO
BASE
NEUTRO
SECUNDÁRIO
FOCO
Mesma lógica, mesma posição na escala, matiz trocado. Um diagrama migra de uma marca para a outra trocando cinco valores, nada mais precisa ser redesenhado.
Quatro texturas, cada tecido tem a sua, e ela nunca muda
Fio · pele
Linhas paralelas finas. Epiderme e derme. Tudo que é superfície e firmeza.
Célula pequena
Gordura superficial, logo abaixo da pele. Círculo aberto, monolinha.
Célula grande
Gordura profunda. Mesmo círculo, escala maior, é a escala que informa a profundidade.
Diagonal · estrutura
Músculo, fáscia, aponeurose. Estruturas usadas para delimitar visualmente o escopo validado.
As quatro texturas nascem do próprio símbolo: o fio é a espessura da linha do monograma, e o círculo aberto é o mesmo arco semicircular dos bojos, fechado. Nenhuma delas foi escolhida por parecer médica, foram derivadas da marca e depois atribuídas ao tecido.
Endolaser
02 · Camadas e plano de tratamento

Camadas e plano de tratamento

“É gordura ou é pele?” é uma dúvida recorrente do público e não pode ser respondida apenas pelo espelho. Este é o diagrama-base do sistema: um corte esquemático que separa os componentes avaliados. A área em ouro funciona como campo visual e só recebe a anatomia, o mecanismo e o alcance confirmados pelo Dr. Bruno para o protocolo adotado.

PELE GORDURA SUPERFICIAL GORDURA PROFUNDA MÚSCULO E FÁSCIA firmeza, textura, retração volume superficial volume localizado limite anatômico · validar escopo PLANO EM AVALIAÇÃO MECANISMO · VALIDAR ACESSO · VALIDAR
O que o tracejado diz
Ele delimita o campo explicado na peça. Sua altura, profundidade e rótulo nunca são definidos pelo designer: entram depois da validação anatômica e técnica do protocolo.
Por que a estrutura aparece
Para marcar o limite anatômico do desenho e impedir uma explicação sem contexto. O papel clínico de cada plano deve ser confirmado antes da publicação.
Como ele se reduz
Em story, ficam três camadas e nenhum rótulo lateral. Em impresso, entram as quatro. A ordem e as texturas nunca mudam, é o que faz o segundo diagrama ser lido mais rápido que o primeiro.
Endolaser
03 · Medidor de indicação

Medidor de indicação

Um medidor único produz a leitura errada: “deu 4 de 5, então eu sirvo”. Três eixos produzem a leitura certa: o caso tem uma composição, e é ela que orienta a avaliação. O peso de cada componente pode mudar a conduta e os limites explicados.

COMPOSIÇÃO DO CASO
GORDURAPELEESTRUTURA componente dominante contribuição secundária preservada
Cinco segmentos, nunca uma barra contínua. Barra contínua sugere medição precisa de uma coisa que é avaliação clínica. Segmento diz “faixa”, e é honesto.

Um eixo em ouro por peça. O dominante. Os outros ficam em secundário e neutro, a hierarquia de valor faz o trabalho que a cor faria.

O rótulo embaixo é obrigatório. “Componente dominante”, “contribuição secundária”, “preservada”. Sem a palavra, o leitor lê o gráfico como nota de prova.

Nunca aparece sozinho. Vem sempre depois do diagrama de camadas, na mesma peça ou no card seguinte. É recorte dele.
Matriz, componente, evidência e decisão
Componente O que documentar Saída editorial possível
Gordura localizadaPresença, distribuição e relação com o contornoPossibilidade · alternativa · não indicação
Flacidez e qualidade da peleGrau, localização e componente dominanteResposta esperada · limite · combinação
Excesso de peleExtensão e impacto no objetivo declaradoAlternativa · encaminhamento · não intervenção
Parede abdominalExame e relação com a queixa de contornoFora do escopo · avaliação complementar
Textura e retraçãoCausa, localização e associação com outros componentesPlano isolado · combinado · observação
A matriz não compara marcas nem promete resposta. Ela organiza o raciocínio em três passos: o que foi observado, o que precisa ser validado e qual saída o conteúdo pode explicar. A decisão clínica final pertence ao Dr. Bruno e ao caso individual.
Endolaser
04 · Recuperação, risco, contraindicação

Recuperação, risco e contraindicação

A linha do tempo é um dos diagramas mais reaproveitáveis do sistema: serve a diferentes procedimentos desde que cada marco seja preenchido com o protocolo validado. O eixo deriva do monograma e os nós mantêm a mesma lógica de arco, a estrutura visual se repete; os prazos nunca são presumidos.

T0T1T2T3T4 PROCEDIMENTO PRIMEIRA JANELARETORNOLEITURA PARCIALMATURAÇÃO Marco iniciale orientaçãoregistrados. Prazo e efeitoesperado avalidar. Retorno e sinaisde alerta doprotocolo. Evolução parcialsem promessa deresultado final. Maturação elimitesconfirmados.
O trecho em ouro destaca a janela que exige maior atenção da paciente. Sua duração e seu texto mudam conforme o procedimento e só entram depois da validação médica. Os demais nós permanecem em valor secundário para construir sequência sem sugerir precisão inexistente.
Risco e controle, estrutura demonstrativa
Queimadura ou lesão térmica
Prevenção, monitoramento e conduta definidos no protocolo
Irregularidade de contorno
Critério técnico e acompanhamento validados pelo Dr. Bruno
Fibrose e endurecimento
Prevenção, orientação e retorno previstos no protocolo
Assimetria
Registro fotográfico padronizado antes e a cada retorno
Risco em neutro à esquerda, controle em ouro à direita, na mesma linha. Os itens acima demonstram a gramática; a lista final deve reproduzir o protocolo e os documentos clínicos aprovados pelo Dr. Bruno.
Não indicação e adiamento, critérios a validar
EXEMPLOS DE CATEGORIAS · NÃO É PROTOCOLO
Quando posso não indicar ou adiar
Quando o componente dominante está fora do escopo do protocolo.
Quando uma condição clínica ou fase de vida pede adiamento.
Quando um critério médico previsto no protocolo não é atendido.
Quando a expectativa é de mudança que a técnica não entrega.
Quando a vida da paciente não comporta o pós agora.
O marcador é o círculo aberto com uma barra, derivado do arco do símbolo, não um X. Não existe versão com ✓ e ✗: certo e errado não é a linguagem de uma indicação.
Glúteo Contour
05 · Textura, retração e ordem de conversa

Textura, retração e ordem de conversa

Aqui o desafio de design é outro: explicar celulite sem fotografar corpo, sem iluminar a depressão de forma dramática e sem entrar no vocabulário de “bumbum perfeito”. A solução é olhar de lado, corte de tecido, não superfície fotografada. O que a paciente vê no espelho é consequência do que este diagrama mostra.

O QUE PRODUZ A DEPRESSÃO
SEPTO ENCURTADO septo com comprimento normal
A superfície afunda onde a trave fibrosa está encurtada. Não é volume faltando por cima, é tração vindo de baixo.
O QUE O TRATAMENTO FAZ
SEPTO LIBERADO superfície regularizada
Liberada a trave, a pele volta ao plano. Formato e volume, quando entram, entram depois disso, e só se houver indicação.
Por que corte lateral, e não foto de superfície
Fotografar depressão exige luz rasante, e luz rasante dramatiza. O corte lateral resolve três coisas de uma vez: explica a causa em vez de exibir o defeito, dispensa modelo e consentimento, e mantém a peça no registro clínico em que a marca vive. Nenhum diagrama deste sistema usa silhueta de corpo, nem de frente, nem de costas, nem com seta.
A ordem da conversa, e ela é gráfica, não só editorial
0102 030405 MARCA DE CELULITECAUSARETRAÇÃOTEXTURAFORMATO o que ela vêo que produzo que se tratao que melhorasó se indicado
A escada é o deslocamento, o mesmo degrau que separa os dois B do monograma, repetido cinco vezes. Ela não é decoração de layout: quem produz conteúdo usa esta peça como sumário, e a regra é que nenhum conteúdo começa no passo 05. Volume e formato aparecem no fim, em cinza, porque é ali que eles pertencem na oferta.
Instituto Bruno Lins
06 · O mesmo diagrama, outra gramática

Aplicação institucional do diagrama

A diferença entre as duas marcas se mantém aqui: no Dr. Bruno o diagrama é conteúdo, feito para ser visto rolando; no Instituto ele apoia a explicação e o registro, feito para ser lido sentado, impresso e assinado. Mesma estrutura, mesmos valores na mesma posição da escala, o azul entra, o fundo clareia, o numeral engorda.

Plano de tratamento
NATURAL AESTHETIC EXPERIENCE
PLANEJAMENTO FACIAL E CORPORAL PARA PESSOAS REAIS
PELEGORDURA SUPERFICIALGORDURA PROFUNDAESTRUTURA firmeza e texturavolume superficialvolume localizadopreservada
DR. BRUNO LINS
CRM RN 11029 | GO 36894
CIENTE, PACIENTE
O diagrama pode apoiar a explicação. Impresso no plano de tratamento, o desenho das camadas organiza a conversa e o registro educativo. Ele não substitui o termo específico, a avaliação individual nem o consentimento médico formal.

Fundo claro, não escuro. Documento é lido em papel e fotocopiado. As texturas foram desenhadas em traço aberto justamente para sobreviverem a isso.

Latão no lugar do ouro. Mesma posição na escala, valor de foco, matiz do Instituto. O plano explicado continua sendo a única coisa destacada.

É uma peça de continuidade. A paciente pode sair com o desenho explicado durante a consulta, os limites registrados e os próximos passos organizados na mesma linguagem visual.
Onde cada diagrama entra
Diagrama Onde funciona Onde não usar
CamadasCarrossel card 2, plano impresso, siteCapa de Reels, não lê em 1 segundo
Medidor de indicaçãoCarrossel, story de resposta, consultaAnúncio, parece autodiagnóstico
Linha do tempoPost único, story, orientação impressaSomente com prazos validados
Risco e controleCarrossel, destaque, plano impressoStory isolado, risco sem controle assusta
Não indicaçãoPost único, capa modelo A, destaqueSempre após validação clínica
Septo e retraçãoCarrossel de Glúteo Contour, consultaFeed avulso, precisa da legenda ao lado
Escada da ordemUso interno, briefing de conteúdoPeça pública, é ferramenta, não conteúdo
Validação clínica

Validação clínica

Os diagramas estão desenhados; os dados clínicos ainda não. A Etapa 4 fecha a gramática visual e deixa visível cada campo que depende da prática real do Dr. Bruno. Nenhuma peça pública deve sair enquanto os seis grupos abaixo não estiverem preenchidos e aprovados.
01
Técnica e equipamento
Nomenclatura, mecanismo, acesso, regularização e limites.
02
Anatomia e alcance
Planos avaliados, componentes tratados e estruturas fora do escopo.
03
Indicação e não indicação
Critérios reais, adiamentos, alternativas e encaminhamentos.
04
Riscos e controles
Mesma redação dos documentos e protocolos aprovados.
05
Recuperação
Marcos, efeitos esperados, sinais de alerta, retornos e maturação.
06
Responsabilidade documental
Uso educativo, termo específico, ciência e assinatura.
05 · Validação operacional

Teste operacional

O sistema mantém reconhecimento quando o tema, o formato e o ritmo de publicação mudam. A identidade está fechada. Dados clínicos permanecem vinculados à aprovação médica.

Aprovado
Arquitetura, identidades, repertório editorial, fotografia, linguagem clínica e comportamento em escala.
Condicionado
Números, prazos, riscos e protocolos que dependem da prática clínica do Dr. Bruno.
Parte III · Escala
07 · Reconhecimento em volume

Reconhecimento em volume

O teste de estresse não repete a mesma arte. Ele repete decisões: território cromático, hierarquia, zona de texto, cadência, assinatura e comportamento do sistema clínico.

Marca pessoal · rotação de 12
A tema clínico → B opinião → C procedimento → D lista → E pausa clara → F série. O ciclo impede monotonia sem perder assinatura.
Instituto · rotação de 12
Institucional → jornada → clínica → ambiente. O ciclo depende de módulo e hierarquia, não de fotografia do fundador.
Matriz de reconhecimento
TesteDr. Bruno LinsInstituto Bruno LinsResultado
Sem logoPreto, serifa, fotografia e foco douradoAzul, areia, grade e arco modularAprovado
MiniaturaTítulo e assunto permanecem visíveisCategoria e hierarquia permanecem visíveisAprovado
Vinte peçasVariação controlada sem ruído cromáticoRitmo modular sem monotoniaAprovado
Troca de pautaEndolaser e Glúteo Contour continuam na mesma marcaInstitucional e clínico continuam na mesma instituiçãoAprovado
Conteúdo técnicoEstrutura visual aprovada; dados e protocolos aguardam validação médicaCondicionado
20 peças
Alternância já demonstra ritmo.
50 peças
Categorias absorvem séries e campanhas.
100 peças
Reconhecimento depende de regras, não de uma arte fixa.
Parte IV · Fechamento
08 · Veredito operacional

Resultado do teste operacional

A Etapa 5 comprova distinção, consistência e capacidade de produção. O que continua condicionado não é a identidade: são os dados médicos que precisam preencher as estruturas aprovadas na Etapa 4.

Aprovado para o Brand Book
As duas identidades mantêm distinção em todas as aplicações.
Feeds, capas, Stories, carrosséis, antes e depois, autoridade, institucional e comercial mantêm reconhecimento e separação.
Condição de publicação
Conteúdo técnico recebe dados somente depois da validação médica.
Técnica, anatomia, indicação, riscos, recuperação e responsabilidade documental seguem o checklist da Etapa 4.
Checklist antes de exportar qualquer peça
01 · Marca correta
Pessoal não recebe azul. Instituto não recebe ouro.
02 · Logo correta
Usar os arquivos vetoriais aprovados e seus degradês originais.
03 · Rosto protegido
Texto fora de olhos, nariz, boca e contorno principal.
04 · Fidelidade fotográfica
Recriação preserva traços, proporções e aparência real.
05 · Registro exato
CRM RN 11029 | GO 36894.
06 · Assinatura verbal
Naturalidade, técnica e planejamento para pessoas reais.
07 · Localização
Até a obra terminar, somente Natal · RN.
08 · Dado clínico
Número, prazo, risco e protocolo com aprovação médica.
09 · Antes e depois
Autorização, condições comparáveis e contexto.
Fechado
Arquitetura de marcas, logos, paletas, tipografia, sistemas editoriais, regras fotográficas, linguagem clínica e teste operacional.
Entra depois
Dados clínicos validados e, quando a obra terminar, planta, fachada, recepção, sinalização e aplicações com medida real.
06 · Aplicação e continuidade
Estado final

Aplicação e continuidade

Este documento fecha a criação aprovada. Atualizações futuras acrescentam dados e aplicações. Elas não redesenham o sistema.

Pronto para uso
Identidade, conteúdo e documentos.
Símbolos vetoriais, versões cromáticas, assinaturas, paletas, tipografias, formatos A a F, carrosséis, Stories, destaques, anúncios, papelaria, sistema clínico e regras fotográficas.
Entra com dados reais
Protocolos e espaço físico.
Informação clínica validada pelo Dr. Bruno. Após a conclusão da obra, entram planta, endereço, fachada, recepção, sinalização, medidas e fotografias do espaço. Até lá, a localização é Natal · RN.
Arquivos oficiais
Vetor oficial Dr. Bruno Lins
Símbolo pessoal
degradê dourado original
Vetor oficial Instituto Bruno Lins
Símbolo institucional
degradê azul original
Banco fotográfico
Retratos, meios-corpos, closes e referências disponíveis no Reference Pack.
Brand Book
Material Completo da Nova Marca
Símbolo Dr. Bruno Lins
DR. BRUNO LINS
CRM RN 11029 | GO 36894
Estética com naturalidade e técnica ⚜️
Planejamento facial e corporal para pessoas reais
Símbolo Instituto Bruno Lins
Instituto Bruno Lins
NATURAL AESTHETIC EXPERIENCE
PLANEJAMENTO FACIAL E CORPORAL PARA PESSOAS REAIS
Natal · RN